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PAÍSES ADEREM A CONSELHO DE PAZ PROPOSTO POR TRUMP, MAS INICIATIVA AINDA DIVIDE A COMUNIDADE INTERNACIONAL

  • Foto do escritor: Redação LP News
    Redação LP News
  • 22 de jan.
  • 1 min de leitura


A proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criar um Conselho de Paz internacional já conta com a adesão de dezenas de países, mas segue cercada de controvérsias e resistências diplomáticas. O anúncio foi feito durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, e tem como objetivo declarado atuar como um espaço de mediação de conflitos, com foco inicial no Oriente Médio.

Entre os países que confirmaram participação estão nações do Oriente Médio, da Ásia, da Europa Oriental e da América Latina, como Arábia Saudita, Israel, Argentina, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Egito, Hungria, Marrocos e Indonésia. Segundo o governo americano, o grupo reúne países dispostos a colaborar em negociações políticas e humanitárias fora do escopo tradicional das organizações multilaterais.

Apesar do apoio inicial, a iniciativa enfrenta ceticismo de potências ocidentais e organismos internacionais. Países da União Europeia, além de Canadá e Reino Unido, ainda não confirmaram adesão e demonstram preocupação com a legitimidade e a governança do novo conselho, temendo sobreposição com o papel da ONU.

Autoridades americanas afirmam que o conselho terá caráter consultivo e não substituirá fóruns existentes, mas críticos apontam que o projeto pode fragmentar esforços diplomáticos globais e refletir interesses estratégicos dos Estados Unidos. Enquanto isso, novas adesões seguem em negociação, e o alcance real do Conselho de Paz dependerá do grau de engajamento político e da aceitação internacional nos próximos meses.

 
 
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